quinta-feira, 11 de abril de 2013
PASSOS LENTOS
Olá, povo.
Dessa vez, um post mais vagaroso...
Sabe aquela música que você coloca pra ouvir... e pode te dar uma porrada de sensações?
Dependendo do seu estado de espírito, humor, propensão...
Começando pela música do Colin Newman.
Ele foi vocalista de uma das primeiras levas de banda post-punk da Inglaterra (banda Wire, de 76).
Participa de vários outros projetos de música eletrônica, como o Githead e o projeto Immersion, que são de música eletrônica bem legal e que, pessoalmente, não vejo ares de "comercial" neles.
Esse som aqui é muito legal... perfeito pra viajar pra um monte de lugares.
O projeto solo dele varia de ambientes musicais, sempre se baseando no rock "britânico", por assim dizer.
Outra que eu quero postar...
Um cover pra lá de fodástico do Tuxedomoon, de uma música do filme "Eraserhead" (de David Lynch)... o filme é sem comentários, vale a pena assistir! Filmado em preto-e-branco, com toques psicodélicos e pra lá de bizarros.
Eu já tinha postado essa banda por aqui (embora não a enfatizei)...
Ainda estão na ativa, inclusive tem álbum fresquinho de 2012 pra conferir: "Liveland: Tuxedomoon In Concert!".
O som dos caras é algo que nem tem como "comparar" com alguma coisa, sendo que todos os álbuns deles são diferenciados e que contém traços únicos...
O álbum de onde vem esse cover postado aqui é um belo exemplo... algo super experimental.
TUXEDOMOON - IN HEAVEN
Pra quem interessar, o Pixies fez esse cover num show da BBC, o Devo também o fez (coverzinho pra lá de doido!) e também o Bauhaus, o Miranda Sex Garden... e eu acredito que vários outros também já o fizeram... afinal, o filme é memorável.
And the last one is...
Projetim solo de um dos "Depeche Mode", acho que dispensa demais delongas... embora a crítica tenha achado sua tentativa solo "morna", mas pessoalmente acho bem legal. Diferente do que eu posso dizer à respeito do projeto solo do Martin (que... até o presente momento, ainda acho fraquinho), mas preciso me forçar a ouvir novamente... assim como estou fazendo com o último álbum lançado do Depeche Mode, o "Delta Machine".
Putz... achei estranho pra caramba... embora ouvindo-o pela segunda semana consecutiva (não-direta, e tampouco diariamente), há músicas boas e "audíveis" (heresia compará-lo ao "Exciter" ou ao "Sounds Of The Universe", como tem gente falando).
DAVE GAHAN - BREATHE
Depeche... façam-me o favor.
Venham até o Brasil!
Parem de nos deixar pra trás, porra! Até o CURE veio aqui (e cá entre nós, o show foi DUCARALHO, eu fui!), o que custa vocês fazerem um show só por aqui, que seja?
OBS: Não toquem 70% do "Delta Machine" e 30% "outros old hits" aqui... porque, mesmo eu sendo fã de vocês, eu não vou ver esse setlist... a menos que vocês rearranjem esse último álbum pros "live" da vida, e deixem animalescos... como vocês costumam fazer, variando e remodelando as músicas pros shows. Sinceramente falando... o "Delta Machine" FICOU DEVENDO.
E olha que nem fiquei tanto tempo pra me acostumar ao "Sounds Of The Universe", que eu gostei de cara (apesar que......... aquele clipe da "Hole To Feed".... agh, estranho. mas o clipe da "Wrong" ficou foda!), e a crítica também torceu o nariz.
Quem sabe... eu não poste algo do show do Cure aqui (eu sendo um "turista japonês", feliz ou infelizmente).
Por ora é só.
Até.
sexta-feira, 8 de março de 2013
SOPOR !
Olá, pepoles.
Hoje, escreverei sobre uma "banda" que eu conheci há pouco tempo.
Coloquei banda entre aspas, porque é praticamente um projeto de "uma pessoa só", fazendo os arranjos, melodias e letras, que acabam sendo executadas e orquestradas por outros músicos...
Escrevo sobre o projeto SOPOR AETERNUS AND THE ENSEMBLE OF THE SHADOWS (traduzindo do latim e inglês, Sono Eterno e o Conjunto das Sombras).
Era algo que costumava achar super esquisito (já tinha topado com fotos dela por aí, e até ouvido um som nas baladas da vida, mas fiquei sem saber "o que era aquilo"...), mas, tirando o visual (que é demais, variando entre o meigo e o bizarro, diga-se de passagem)... o som é muito bom!
Músicas muito bem orquestradas, mostrando tudo que uma música gótica pode ter.
Tons mais alegres, outros mais tristes... sempre com ênfase em suas letras, muitas vezes, arrepiantes.
Agora, passando um pouco mais à respeito do perfil da "banda".
Primeiramente, a dona/ vocalista do projeto, a srta. Anna Varney Cantodea, como costuma ser chamada, é quem cria essas belíssimas músicas para nosso deleite...
Seu nome real? Só a própria Anna sabe...
Dizem que a Anna costumava frequentar uma casa noturna em Frankfurt, e que lá conheceu duas pessoas, devido algumas críticas que ela estava fazendo à performance da banda que estava tocando lá naquela noite. Conforme foram conversando e tendo as idéias cruzadas, se juntaram para discutir o projeto "Sopor Aeternus".
Uma dessas pessoas tem o nome de "Hogel", que é quem apareceu em uma única foto ao lado da Anna, e nunca mais se teve notícias do mesmo. Ele a ajudou inicialmente no projeto (com instrumentos? letras? não se sabe), e depois simplesmente desapareceu...
O outro integrante? Não se sabe o nome ou se tem algum outro registro do mesmo...
Engraçado é que "hogel" pode vir a significar "parte de um holograma"... vai saber.
Comentando sobre as músicas: elas sempre tem um ar especial, envolvente... fazendo com que facilmente se fique maravilhado por todo o ambiente criado, e que se consiga "visualizar" a Anna cantando e declamando as letras, em um quarto sombrio e gelado... som darkwave maravilhoso!
Anna é uma pessoa que se mostra muito "pra cima", quando se acompanha seus posts (muitas vezes) esporádicos em seu blog da banda... apesar de ela se mostrar uma artista "oculta" dos holofotes.
Me pergunto se ela realmente anda com aqueles vestidos enormes o tempo todo...
Sobre o projeto:
Nascido na Alemanha e concebido por Anna, Sopor existe desde meados da década de 80 (mais precisamente, em 89).
Inicialmente, eram 2 pessoas no projeto (Anna, Hogel e mais uma terceira pessoa, que não se sabe nem o pseudônimo).
Nunca chegou a se apresentar ao vivo, e duvido que isso mude algum dia... já que é um dos fatos que mais chamam atenção no projeto em si... tirando o fato fúnebre da coisa toda, e do belíssimo som que varia desde órgãos e instrumentos de sopro a guitarras distorcidas e sintetizadores.
Ah sim, em diversas músicas, Anna costuma usar sua voz tanto masculina quanto feminina (!!!).
Chegou a gravar 3 fitas demo entre 89 e 92, sendo "Es Reiten die Toten so Schnell", "Rufus on my Lips" e "Till Time And Times Are Done".
Em 95, numa coletânea de nome "What Sweet Music They Make", o Sopor fez participação com a bela música "The Feast of Blood" (que é uma das minhas preferidas do projeto), fazendo assim que o Sopor Aeternus se tornasse mais conhecido mundialmente.
Daí pra frente, a moçoila deslanchou em gravar músicas e mais músicas, chegando a mais de 16 álbuns de estúdio... variando com músicas com temas de religiosidade pagã, sexualidade, morte, suicídio, e muitas outras coisas...
Ah sim, interessante dizer que ela já fez cover do Paranoid, do Black Sabbath, e que volta e meia grava poemas de Edgard Allan Poe, entre outros mais...
Anna diz que os descarnados são quem a influenciam em seus trabalhos (daí o nome "The Ensemble Of Shadows" do projeto), ajudando-a a compor essas obras de arte.
Tudo no Sopor Aeternus é feito com um ar "místico"... até mesmo as aparições da Anna em fotos promocionais ou encartes dos álbuns.
Em muitas fotos aparece nua, com a pele branca... exibindo órgãos genitais femininos, ou sem nenhum órgão (dando uma certa idéia de "ausência de definição").
Bom... isso é devido... a Anna ser "homem", biologicamente falando.
Suas fotos são moldadas digitalmente, e segundo relatos da mesma, ela não fez operações de transsexualidade devido à conflitos de espírito.
Embora eu a ache muito mais feminina e se "mostre" mais verdadeira do que muitas por aí...
Vai do que a alma mostra pra si mesma, e não do que o corpo aparenta para visões alheias.
Agora, vamos a algumas músicas!
SOPOR AETERNUS - IMHOTEP
Essa música também possui uma versão linda em instrumental (bem modificada), chamada de "Night of Scarecrow", que está no álbum "Children of Corn", de 2011.
SOPOR AETERNUS - THE FEAST OF BLOOD
Essa é a "terceira" versão dessa música, lançada no álbum "Es Reiten Die Toten So Schnell (pois possui uma versão no álbum de demos "Like a Corpse Standing in Desperation" que possui um tantinho a mais de instrumentos no início da música, e é tocada de forma diferente, e outra versão do álbum de 94, "Ich Töte Mich Jedesmal Aufs Neue", onde a parte instrumental do começo foi removida, e ela é cantada de forma diferente...)
SOPOR AETERNUS - THE DREADFUL MIRROR
SOPOR AETERNUS - THE ENCODED CLOISTER
SOPOR AETERNUS - CORNFLOWERS
Dava pra ficar colocando música do Sopor aqui até dizer chega... pois é hiper difícil escolher "somente algumas"... tudo o que foi gravado até hoje é bem diversificado e marcante! Deu pra perceber a variedade que cada música traz... tanto em sua atmosfera, variando entre amor, sexo, lamentações... quanto na própria sonoridade de cada uma.
Citando sobre a discografia:
Demos:
- 1989 - Es Reiten Die Toten So Schnell
- 1992 - Rufus
- 1992 - Till Time And Times Are Done
Albuns:
- 1994 - ...Ich Tote Mich Jedesmal Aufs Neue, Doch Ich Bin Unsterblich, Und Ich Erstehe Wieder Auf: In Einer Vision Des Untergangs...
- 1995 - Todeswunsch - Sous Le Soleil de Saturne
- 1997 - The Inexperienced Spiral Traveller
- 1999 - Dead Lovers Sarabande (face one)
- 1999 - Dead Lovers Sarabande (face two)
- 2000 - Songs From The Inverted Womb
- 2003 - Es Reiten Die Toten So Schnell
- 2004 - La Chambre D'Echo - Where The Dead Birds Sing
- 2007 - Les Fleurs Du Mal - Die Blumen des Bosen
- 2011 - A Triptychon of Ghosts (part two) - Have You Seen This Ghost?
EPs e Remixes
- 1995 - Ehjeh Ascher Ehjeh
- 1997 - Voyager - The Jugglers of Jusa
- 2004 - Flowers in Formaldehyde
- 2008 - Sanatorium Altrosa (Musical Therapy for Spiritual Dysfunction)
- 2010 - A Triptychon of Ghosts (Part One) - A Strange Thing to Say
- 2011 - A Triptychon of Ghosts (Part Three) - Children of the Corn
Singles:
- 2005 - The Goat/The Bells Have Stopped Ringing
- 2007 - In der Palästra
- 2011 - Imhotep
Etcetera...
- 1995 - Jekura - Deep the Eternal Forest (Sopor Aeternus participa desta coletânea com 2 músicas)
- 2002 - Nenia C'alladhan – é um side-project da Anna com a Constance Fröhling
- 2005 - Like a Corpse Standing in Desperation – um box contendo músicas e demos difíceis de encontrar, inicialmente era um "bootleg" feito por fãs, até que a própria Anna resolveu pegar essa coletânea pirata, e torná-la oficial, dando um tratamento no som e demais coisas!
- 2009 - The Goat and Other Re-Animated Bodies - DVD com vídeo clipes.
Deem um pulinho no blog oficial do Sopor Aeternus, para mais infos!
http://www.soporaeternus.de/
Coisa do Sopor Aeternus pra se ouvir não falta tão cedo!
O post pode parecer um tanto "zoneado"... mas espero que seja possível ter uma boa idéia do que é o Sopor Aeternus, e o quão envolvente e intrigante é buscar informações sobre tudo isso, e ouvir esses sons únicos da esfera gótica... vale muitíssimo a pena!
Sem contar que eu devo isso a uma pessoa em especial pra mim!
E, com esse post, eu também quero dizer:
Feliz Dia Internacional das Mulheres!
Até uma próxima...
sexta-feira, 1 de março de 2013
PÓS FIM DO MUNDO
ELE VOLTOU!
Após um longo "hiato" (ou até, sua "despedida" do mundo da música, quem sabe), o grande camaleão do Rock está de volta!
Depois de 10 anos longe dos holofotes, eis que David Bowie reaparece!
Ele está em estúdio, finalizando um álbum fresquinho. Por enquanto, nos presenteou com 2 novos singles, entitulados "Where Are We Now?" e "The Stars (Are Out Tonight)", que cá entre nós, vão do melancólico ao enérgico em questão de instantes... vale muitíssimo a pena ouvir!
DAVID BOWIE - THE STARS (ARE OUT TONIGHT)
Extras:
Falando um tiquinho sobre o Righeira, um grupo italiano de 1981.
Lembra daquele clipe do "Vamos a La Playa"? Então... embora você o ache um tanto "engraçadinho", e foi através dele que o grupo ficou conhecido nas paradas de sucesso, o Righeira o criou como uma espécie de conscientização sobre a poluição que tava rolando nas praias naquela época, e também à respeito das bombas atômicas...
Não que isso tenha mudado até hoje... mas é interessante ver que, desde sempre, tinha gente consciente que não era levada a sério, ou que causas realmente relevantes e importantes sejam deixadas em segundo plano, ou mesmo riscadas (até se tornarem emergenciais e não ter pra onde correr).
Segundo o que eu garimpei por aí, a dupla continua ativa, mas não achei nada à respeito de "coisas novas".
A música postada aqui relaciona-se um tanto com os sentimentos e com uma visão "futurista" de como as coisas se encontram: tudo sintético e falso, e as coisas mais simples sendo trocadas pela tecnologia....
RIGHEIRA - KON TIKI
Mais uma banda a dar uma pequena pincelada...
Corpus Delicti é tido como uma banda de rock gótico, que tem um som legal pra caramba...
Foi formada em 93 e terminou em 98, com seus integrantes cuidando de outros projetos...
É o típico caso que eu costumo falar pra alguns amigos e conhecidos meus: "terminou como era pra terminar: com coisa boa".
Lançaram 3 álbuns (Twilight de 93, Sylphes de 94 e o Obsessions de 95), fora suas aparições em coletâneas e os "best of" da vida. Ah sim, uma das coletâneas mais legais deles é a "A New Saraband of Sylphes", que contém um material que não chegou a ser lançado em outros discos...
Curtam esse som dos caras!
CORPUS DELICTI - SARABAND
Ah sim... e o blog aqui?
Não que eu não tenha ideias pra construir mais posts... tá faltando... "pulso" da minha parte.
Só desejo não ficar tanto tempo fora (como da última vez)... mas isso, só o tempo poderá dizer (ou não, hehe).
Até outro dia.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
AUSENTE, AMALDIÇOADO E AINDA POR CIMA COM DESCONHECIDOS ?
É, quase seis meses. Tempo mais extenso que passei "longe" daqui.
Muito trabalho, muito curso, muito cansaço...
Epa, um tempo "forçado" pra fazer isso agora!
Passarei uns dias em casa, então ao menos dá pra escrever algo...
Ia colocar algumas rápidas de shows aqui, mas tem muita coisa rolando ao mesmo tempo e certamente vou injustiçar algo que eu goste: ando desatualizado. Só sei que vou no show do Tears daqui a 2 semanas, e só.
(...) Hm, acredito andar com um tanto de má-sorte em relação a controladoras de som ultimamente... Num belo dia, ao desconectar o cabo do PC que se conecta ao meu microsystem, o plug do miserável quebra dentro da saída de som, para meus xingamentos e fúria. Estou com o som da minha máquina debilitada, ora pegando em uma caixa, ora não pegando nada, ora pegando tudo com uma chiadeira dos infernos e ora ouvindo tudo tão baixo que tenho que colocar o som ao máximo pra tentar ouvir algo. Situação incômoda. E outra foi ao reinstalar um sistema operacional num laptop jurássico ao qual acabei de botar as mãos (para auxílio de estudos), e eis que em uma parte da instalação, o maldito simplesmente apaga por superaquecimento, eu acho... E ao esperá-lo esfriar, liguei... e pra minha surpresa, o som nunca mais funcionou.
Seria isso um mau presságio por eu não andar ouvindo música direito? Sim, porque está difícil até pra ouvir coisa nova... Geralmente quando paro em casa, não tenho tempo pra "folhear" algumas MP3 de algum álbum bizarro e obscuro, nem ao menos algo manjado... somente músicas perdidas aqui e acolá.
Ah sim, mas como nem tudo são trevas... Bom... dando uma varrida nisso pra lá, espero quebrar essa maldição logo... já que tem algumas semanas que ando com um MP3 furrequinha no bolso, mas que me permite usar fones de ouvido e me traz um bom EBM pesado aos ouvidos e também coisas oitentistas.
Ganhei um CD do Cocteau Twins, o Heaven or Las Vegas! Putz, meu CD preferido ! Já ouvia até gastar as MP3, agora tenho um CD pra gastar também, hehehe! Sei, sei... vergonha eu não ter isso antes... mas agora é questão de tempo pra garimpar mais coisas das quais eu gosto.
Falando em Cocteau, consegui comprar o box dos EPs da banda por uma verdadeira pechincha... ô coisa linda. Tão lá, 10 CDs... numa caixa de cor vinho forrada internamente com um papel cartão preto... coisa fina mesmo. Quem curte, não tem jeito... sempre vai babar nessas coisas!
Chega, né?
Deo, uma banda alemã de 1981, coisa bem legal pra se ouvir. Infelizmente, aquele tipo de banda que grava um disco e desaparece da face da Terra... mas que ao menos deixou algo bom aqui! Um dos "vinil-rip" que se agarraram ao meu MP3... daqui a pouco faço a proeza de decorar a letra de alguma música. É algo post-punk com ska e pop junto, sei lá! Vale a pena ouvir, de toda forma. Voilá:
DEO - TRAUM
Agora, duas coisas legais, estranhas e desconhecidas (duh). Eu me referi a "desconhecidas" porque nem o nome das bandas eu tenho. São sons foderoros...
Tá, e como diabos eu consegui isso? Veio numa pasta que eu peguei com um amigo meu (o qual volta e meia trocávamos infos e MP3 sobre várias bandas dos anos 80)... A pasta tinha simplesmente o nome de W&PP, que sendo mais sensato, deve ser "Wave & PostPunk"... algum tipo de coletânea que algum bom samaritano, de alguma parte do mundo, criou... Em algumas músicas, tem trechos rápidos de outras músicas, chamadas de rádio, etc... uma zona só, mas é algo muito valioso em se tratando de música. Realmente, algo de alguém que gosta muito. Lá no meio, tem Smiths, Cocteau Twins, Human League e mais um monte de coisa conhecida também, fora os queridos "ilustres desconhecidos". Dentro das pastinhas, tão organizadas em 5 CDs, cada um contendo um PDF com o nome da banda e música... mas algumas (como as que eu postei) tão sem informação, somente com o nome da música!
Fica aí meu apelo pra quem esbarrar nisso e reconhecer. Bom som! Banda desconhecida... - ABSENT HEART
Banda desconhecida... - THE PARTY IS OVER
Por ora é essa... Até uma próxima....
(...) Hm, acredito andar com um tanto de má-sorte em relação a controladoras de som ultimamente... Num belo dia, ao desconectar o cabo do PC que se conecta ao meu microsystem, o plug do miserável quebra dentro da saída de som, para meus xingamentos e fúria. Estou com o som da minha máquina debilitada, ora pegando em uma caixa, ora não pegando nada, ora pegando tudo com uma chiadeira dos infernos e ora ouvindo tudo tão baixo que tenho que colocar o som ao máximo pra tentar ouvir algo. Situação incômoda. E outra foi ao reinstalar um sistema operacional num laptop jurássico ao qual acabei de botar as mãos (para auxílio de estudos), e eis que em uma parte da instalação, o maldito simplesmente apaga por superaquecimento, eu acho... E ao esperá-lo esfriar, liguei... e pra minha surpresa, o som nunca mais funcionou.
Seria isso um mau presságio por eu não andar ouvindo música direito? Sim, porque está difícil até pra ouvir coisa nova... Geralmente quando paro em casa, não tenho tempo pra "folhear" algumas MP3 de algum álbum bizarro e obscuro, nem ao menos algo manjado... somente músicas perdidas aqui e acolá.
Ah sim, mas como nem tudo são trevas... Bom... dando uma varrida nisso pra lá, espero quebrar essa maldição logo... já que tem algumas semanas que ando com um MP3 furrequinha no bolso, mas que me permite usar fones de ouvido e me traz um bom EBM pesado aos ouvidos e também coisas oitentistas.
Ganhei um CD do Cocteau Twins, o Heaven or Las Vegas! Putz, meu CD preferido ! Já ouvia até gastar as MP3, agora tenho um CD pra gastar também, hehehe! Sei, sei... vergonha eu não ter isso antes... mas agora é questão de tempo pra garimpar mais coisas das quais eu gosto.
Falando em Cocteau, consegui comprar o box dos EPs da banda por uma verdadeira pechincha... ô coisa linda. Tão lá, 10 CDs... numa caixa de cor vinho forrada internamente com um papel cartão preto... coisa fina mesmo. Quem curte, não tem jeito... sempre vai babar nessas coisas!
Chega, né?
Deo, uma banda alemã de 1981, coisa bem legal pra se ouvir. Infelizmente, aquele tipo de banda que grava um disco e desaparece da face da Terra... mas que ao menos deixou algo bom aqui! Um dos "vinil-rip" que se agarraram ao meu MP3... daqui a pouco faço a proeza de decorar a letra de alguma música. É algo post-punk com ska e pop junto, sei lá! Vale a pena ouvir, de toda forma. Voilá:
DEO - TRAUM
Agora, duas coisas legais, estranhas e desconhecidas (duh). Eu me referi a "desconhecidas" porque nem o nome das bandas eu tenho. São sons foderoros...
Tá, e como diabos eu consegui isso? Veio numa pasta que eu peguei com um amigo meu (o qual volta e meia trocávamos infos e MP3 sobre várias bandas dos anos 80)... A pasta tinha simplesmente o nome de W&PP, que sendo mais sensato, deve ser "Wave & PostPunk"... algum tipo de coletânea que algum bom samaritano, de alguma parte do mundo, criou... Em algumas músicas, tem trechos rápidos de outras músicas, chamadas de rádio, etc... uma zona só, mas é algo muito valioso em se tratando de música. Realmente, algo de alguém que gosta muito. Lá no meio, tem Smiths, Cocteau Twins, Human League e mais um monte de coisa conhecida também, fora os queridos "ilustres desconhecidos". Dentro das pastinhas, tão organizadas em 5 CDs, cada um contendo um PDF com o nome da banda e música... mas algumas (como as que eu postei) tão sem informação, somente com o nome da música!
Fica aí meu apelo pra quem esbarrar nisso e reconhecer. Bom som! Banda desconhecida... - ABSENT HEART
Banda desconhecida... - THE PARTY IS OVER
Por ora é essa... Até uma próxima....
sábado, 19 de março de 2011
"FILHOS" DO DARTH VADER e UIVOS ITALIANOS E AFINS...
Boas, povo!
Faz tempo que eu não apareço pra chafurdar as teias de aranha daqui... mas vamos ao que interessa.
Sei que não falei mais dos shows que andaram tocando por aqui (Cindy Lauper, Nitzer Ebb, Simple Minds, etc etc)... mas vamos daqui pra diante, ao menos:
- Mês que vem (logo ali! e eu já falei por aqui também, vide post anterior), Opera Multi Steel tá aqui, no dia 30 de Abril. Reservem seus ingressos enquanto podem (eu comprei o meu no primeiro dia, yahoo!)
- Seal fará show no Credicard Hall (pros que se interessam mais pelo pop e love songs da vida) no dia 29 desse mês (Março), boa pedida!
- Ozzy Osbourne estará aqui no dia 2 de Abril, na Arena Anhembi!
- Pra um som mais pesadão da velha guarda do bom e pesado rock'n Roll: Motörhead toca no Via Funchal, no dia 16 de Abril!
Fora essas porradas, ainda tem o RUMOR que o Tears for Fears virá aqui, no segundo semestre DESSE ANO; não boto muita fé porque não tem NADA oficial no site dos caras (até o presente momento)...
EDITANDO!!! TEARS FOR FEARS CONFIRMADO NO BRASIL!!!.... Ao menos, só em Recife por enquanto (opa, férias "forçadas" na casa dos meus pais? hehehe), mas o Curt Smith, em seu blog oficial, tem mais datas a confirmar pra América do Sul!!
Fim do Edit!
Voltando ao normal:
Ainda bem que os shows por aqui andam em alta, e torço pra que continuem assim!
Agora, ao post:
Já tem tempo que quero postar isso por aqui (assim como tudo o que eu posto, hehe)... mas vou direto ao ponto (e vou reduzir minha escrita, pois ninguém lê/ opina aqui) :
Começando pelos "filhos do Darth Vader"!
Explicando a brincadeira: haviam dois alemães que faziam um som bem obscuro nos anos 80, mas é uma banda "underrated" da vida. A "Warning" tinha músicas em um seriado alemão (de nome Tatort, de 1983, um seriado de gênero ação/ policial tradicional), e creio que foi mais uma considerada "one hit wonder", infelizmente.
Tinha sons que variavam um tanto de um "darkwave" obscuraaaaaaasso, a um "dark rock" também, com pitadas de heavy metal e afins.
Que eu consegui encontrar, só fizeram 2 discos... infelizmente. E nem sequer saíram em CD!
Ehr... "e por quê diabos Darth Vader???", vou explicar.
Ouçam e digam se eles não cantam de dentro da máscara... e repare nas vestimentas!
Tá certo que o capacete não é igual, e têm traços prateados... mas "a comparação beeeem de longe é válida"!
Enfim, fiquem com a banda Warning! O som dos caras é único... Variam desde o Darkwave até aquele metal suuuuuper obscuro... enfim, Electro, Synth... uma baita salada!
Ah é: só lembrando a vocês que existem outras bandas de nome "Warning", então não confundam como coisas japonesas de JPop ou então com bandas de Rock, ok?
Confiram!
WARNING - WHY CAN THE BODIES FLY? (Clipe Oficial)
WARNING - THE SPIDER
Agora, sobre o Carmody.
Era uma banda de origem italiana: o som dos caras é muito bom, variando dentro dos sons dos anos 80!
Pena que (até onde eu sei) só existe UM trampo dos caras que foi documentado (e em CD, ainda por cima): saiu uma coletânea em 2009!!!
Sobre as pesquisas que encontrei à respeito: essa CD, de nome "A Better Spider", é uma coletânea que junta o trabalho dos caras entre os anos 1981 e 1985. Essa coletânea saiu em uma tiragem de 1000 cópias, portanto, tornando-a "um tanto difícil de achar", principalmente pelo fato de só as 500 primeiras terem saído com uma foto do grupo, e autografada!
Pena não terem mais nada...
Variam dentro do Synth, New Wave e o estilo Minimalista.
Fiquem agora com o som; de quebra, uma das minhas preferidas!
CARMODY - MOST OF YOU
CARMODY - SPACE INVADERS
Por ora, é isso aí (e de novo, escrevi demais...)!
Até uma próxima... ou não!
Faz tempo que eu não apareço pra chafurdar as teias de aranha daqui... mas vamos ao que interessa.
Sei que não falei mais dos shows que andaram tocando por aqui (Cindy Lauper, Nitzer Ebb, Simple Minds, etc etc)... mas vamos daqui pra diante, ao menos:
- Mês que vem (logo ali! e eu já falei por aqui também, vide post anterior), Opera Multi Steel tá aqui, no dia 30 de Abril. Reservem seus ingressos enquanto podem (eu comprei o meu no primeiro dia, yahoo!)
- Seal fará show no Credicard Hall (pros que se interessam mais pelo pop e love songs da vida) no dia 29 desse mês (Março), boa pedida!
- Ozzy Osbourne estará aqui no dia 2 de Abril, na Arena Anhembi!
- Pra um som mais pesadão da velha guarda do bom e pesado rock'n Roll: Motörhead toca no Via Funchal, no dia 16 de Abril!
Fora essas porradas, ainda tem o RUMOR que o Tears for Fears virá aqui, no segundo semestre DESSE ANO; não boto muita fé porque não tem NADA oficial no site dos caras (até o presente momento)...
EDITANDO!!! TEARS FOR FEARS CONFIRMADO NO BRASIL!!!.... Ao menos, só em Recife por enquanto (opa, férias "forçadas" na casa dos meus pais? hehehe), mas o Curt Smith, em seu blog oficial, tem mais datas a confirmar pra América do Sul!!
Fim do Edit!
Voltando ao normal:
Ainda bem que os shows por aqui andam em alta, e torço pra que continuem assim!
Agora, ao post:
Já tem tempo que quero postar isso por aqui (assim como tudo o que eu posto, hehe)... mas vou direto ao ponto (e vou reduzir minha escrita, pois ninguém lê/ opina aqui) :
Começando pelos "filhos do Darth Vader"!
Explicando a brincadeira: haviam dois alemães que faziam um som bem obscuro nos anos 80, mas é uma banda "underrated" da vida. A "Warning" tinha músicas em um seriado alemão (de nome Tatort, de 1983, um seriado de gênero ação/ policial tradicional), e creio que foi mais uma considerada "one hit wonder", infelizmente.
Tinha sons que variavam um tanto de um "darkwave" obscuraaaaaaasso, a um "dark rock" também, com pitadas de heavy metal e afins.
Que eu consegui encontrar, só fizeram 2 discos... infelizmente. E nem sequer saíram em CD!
Ehr... "e por quê diabos Darth Vader???", vou explicar.
Ouçam e digam se eles não cantam de dentro da máscara... e repare nas vestimentas!
Tá certo que o capacete não é igual, e têm traços prateados... mas "a comparação beeeem de longe é válida"!
Enfim, fiquem com a banda Warning! O som dos caras é único... Variam desde o Darkwave até aquele metal suuuuuper obscuro... enfim, Electro, Synth... uma baita salada!
Ah é: só lembrando a vocês que existem outras bandas de nome "Warning", então não confundam como coisas japonesas de JPop ou então com bandas de Rock, ok?
Confiram!
WARNING - WHY CAN THE BODIES FLY? (Clipe Oficial)
WARNING - THE SPIDER
Agora, sobre o Carmody.
Era uma banda de origem italiana: o som dos caras é muito bom, variando dentro dos sons dos anos 80!
Pena que (até onde eu sei) só existe UM trampo dos caras que foi documentado (e em CD, ainda por cima): saiu uma coletânea em 2009!!!
Sobre as pesquisas que encontrei à respeito: essa CD, de nome "A Better Spider", é uma coletânea que junta o trabalho dos caras entre os anos 1981 e 1985. Essa coletânea saiu em uma tiragem de 1000 cópias, portanto, tornando-a "um tanto difícil de achar", principalmente pelo fato de só as 500 primeiras terem saído com uma foto do grupo, e autografada!
Pena não terem mais nada...
Variam dentro do Synth, New Wave e o estilo Minimalista.
Fiquem agora com o som; de quebra, uma das minhas preferidas!
CARMODY - MOST OF YOU
CARMODY - SPACE INVADERS
Por ora, é isso aí (e de novo, escrevi demais...)!
Até uma próxima... ou não!
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
OPERA MULTI STEEL e 3 COLD MEN !!!
Yo!
Olha eu de novo... e esperando o ano que vem, ansiosamente, diga-se de passagem.
Fora meus "projetos pessoais" (ehr... nada de criar uma banda, ou aprender a tocar algum instrumento, ou o domínio do mundo, infelizmente... pelo menos, não agora), que espero que comecem a se engrenar, tem showzasso vindo por aí, e esse EU NÃO PERCO!!!
OPERA MULTI STEEL NO BRASIL! YEAH!
Post passado, eu falei um tiquinho do Frozen Autumn e também do Plastique Noir.
Desde aquele show, já tinha sido anunciado que o "OPERA MULTI STEEL" viria pra cá, e tá mais que confirmado, pra Abril!
O que comentar dessa banda?
Bom... inicialmente, uns amigos meus me emprestaram uma coletânea (a Days of Creation, do próprio Opera), e pra mim, foi um som daqueles "que diabos é isso?" (quando não estamos devidamente "apurados" pra ouvir alguma coisa mais diferenciada); minha primeira impressão foi de ouvir algo bem esquisito...
Eis que eu tinha gostado de uma música ou outra (como a Jamais Plus, e a Premieres Loges), e meio que "larguei o álbum esquisito" de mãos; não havia gostado logo de cara.
Mas, como um tanto (muito) paciente que sou com música, acabei "estocando o álbum pra futuras ocasiões", e num belo dia que eu tinha meio que desgastado o tanto de coisas que ouvia na época, fui com aquele "o que eu tenho de diferente pra ouvir aqui?", e me deparei com o CD do Opera novamente; não deu outra, saquei o dito cujo e o coloquei no som, e enquanto tomava um café, tomando um ar na área de serviço, fui me interessando mais pelo que eu ouvia: "putz, algo interessante!" eu pensei (até então, só havia tido apêgo pelas duas músicas que citei, e outras eu "tolerava" somente).
Eis que devo ter ouvido o CD umas duas ou três vezes seguidas... e aí eu pude prestar atenção na sonoridade dos caras: algo realmente diferente das coisas que eu ouvia na época.
Mais acostumado à popwave, pop-rock, new wave e afins de rádio dos anos 80 (entenda como "coisas comerciais" da época, pra ser mais exato), foi um impacto grande ter ouvido algo bem diferente dos demais. Foi mais ou menos daí que comecei a ter mais gosto por procurar coisas "underground".
Fui atrás de mais coisas do Opera, então eu vi que eles eram muito diversificados em cada trabalho deles (o "Days of Creation" é só uma pitada disso), e cada álbum tem um ambiente em específico.
Agora, falando da banda em si:
A atividade da banda começou em 1983, em Bourges (parte central da França), tendo como integrantes Franck Lopez (vocal e baixo), Patrick Lopez (vocal e teclados), e também tendo a Catherine Marie (vocal e percussão).
Os irmãos Lopez participavam de projetos diferentes: antes de criarem o Opera, Franck participava de uma banda folclórica de nome Avaric, junto com o Eric Milhiet (que depois, se uniria a esse projeto, como baixista e guitarrista), e Patrick vinha de uma banda de EBM de nome Afghanistain.
Além deles, houveram diversos integrantes que passaram pelo Opera, como o guitarrista Xavier Martin (que participou de algumas faixas gravadas, somente: era fã acirrado de hardcore, e não se deu muito com o ambiente do Opera), e também com músicos convidados, como a vocalista do Collection D'Arnell Andrea, Caroline Grieg.
Vale ressaltar que os quatro membros principais tinham seus estilos musicais bem variados, e também com a passagem de vários outros músicos de outros projetos, a sonoridade do Opera foi ficando cada vez mais diversificada e com suas particularidades bem marcadas: flautas doces, ritmos marcados de baterias eletrônicas, teclados e seus timbres, músicas com estilos mais medievais e até um tanto "cléricos".
O primeiro trabalho lançado foi o EP de nome "Les Martyrs", em 84, em formato vinilzinho de 45 RPM, que contava com quatro faixas, tendo originado uma das músicas mais conhecidas do grupo até hoje: "Armide".
No mesmo ano, lançaram outro EP, "Rien", e em 85 lançaram o primeiro álbum: "Cathedrale", que tem esse nome em homenagem à famosa construção de estilo gótico francês, que está situado na cidade-natal da Banda.
Fora toda a ambientação de estilos diferenciados, esse álbum conta com pitadas de synthpop, e dá a personalidade do projeto em si.
O grupo só lançou mais material em 87, mas isso não significa que o grupo estava em hiato (paralizado), ou sem mexer em mais nada do projeto: nesse meio tempo, tinham gravado muitos outros trabalhos, lançados originalmente em fitas K7 por selos independentes da Europa, em edições bem limitadas, muitas delas contendo faixas inéditas que não foram lançadas de forma oficial ATÉ HOJE!
O que quer dizer que muita coisa do Opera é "item raro de colecionador" (como se pode checar no site oficial da banda, algumas capas das K7, muitas vindo de forma grandiosa, em formatos livro e demais perfumarias sofisticadas pra época!)... mas sabendo procurar por aí, felizmente, se consegue uma cópia de tais fitas ("K7 Tapes Archives"), por mais que não esteja circulando oficialmente. Um achado!
Ainda falando das andanças em 2 anos "sem material oficial da própria banda", participaram de vários festivais e concertos pela Europa.
Bem, de 87 pra frente, teve a participação de vários outros membros (como integrantes da antiga banda de Franck) e gravação de vários outros singles e álbuns completos (A Contresens, de 89, Les Doleurs de L'ennui, de 90).
Em 91, a banda começa a trabalhar em Stella Obscura, sendo lançado no ano seguinte.
Na criação desse álbum, Patrick estava passando por várias crises emocionais e tentou se suicidar por incontáveis vezes, até ser internado em uma clínica.
Talvez por isso, o álbum seja tão marcado pela tristeza, depressão e melancolia que suas 17 faixas trazem (e curiosamente também, um dos álbuns com mais sucesso de crítica), contando com uma nova versão da famosa "Armide"...
Esse ábum ainda traz a participação especial do Brendan Perry (vocalista da Dead Can Dance, banda única, e por várias vezes, de sonoridade obscura), na faixa "Du Chant des Elfes".
Depois da internação de Patrick, a baida passou muito tempo sem lançar nada inédito.
Em 95, algo mais do que curioso acontece: um selo independente brasileiro, de nome "Museum Obscuro" (representante brasileiro da Cri du Chat Disques, originária da França), resolve lançar uma coletânea do Opera Multi Steel em solo tupiniquim, registrando os 10 primeiros anos de vida do projeto...
Isso por si só já é curioso pra muita banda lá fora que sequer sabe que é conhecida fora do seu eixo: o Brasil é algo "exótico"; muita gente sequer sabe que existem pessoas do lado de cá que apreciam e cultuam tal gosto musical (devido ao que é veiculado do Brasil lá fora, antes de mais nada).
Voltando:
A coletânea foi criada aqui devido ao sucesso underground que o Opera fazia nas casas noturnas da época: "Days of Creation" tocava bastante nas noites paulistas... e originou a coletânea "Days of Creation: An Anthology - 1984-1994".
O Opera Multi Steel ainda gravou no Brasil a música "Eleanor Rigby", cover dos Beatles, pra ser lançada numa coletânea (também brasileira) de nome Black Sundays Vol. 2, por outro selo tupiniquim independente (a Gothic Compilation), ainda em 95.
Devido ao Museum Obscuro ter entrado em contato com a banda, os integrantes do Opera se empolgaram com um convite para voltarem a gravar: um álbum novo estava a caminho!
"Histoires de France" foram escritas por Patrick (dentro de sua intensa fase de recuperação).
O álbum foi lançado somente em 97, mas antes disso, a banda veio até o Brasil em 96 (!!!!!) e fez uma turnê, com Patrick, Franck, Catherine e o Eric, além de contarem com a Carine Grieg (vocal da Collection D'Arnell Andrea, já citado aqui).
Nesse show, a banda deu alguns presentes para nós, brasileiros: tocaram algumas músicas que não tinham sequer entrado nas gravações do grupo: faixas inéditas!!!
Em 96, a banda gravou "Vie Si Joliment Vide" para um disco da banda brasileira "Individual Industry".
Graças ao acolhimento brasileiro, novos frutos estariam por vir: em 99, nascia o "3 Cold Men", projeto de Franck com dois brasileiros (Alexandre Twin, do Individual Industry, e Maurizio Bonito, do Volv Uncion)!
Em 98, a banda grava na França o "Eternelle Tourment", trazendo regravações de 4 faixas de algumas fitas K7 e 7 músicas inéditas.
Daí pra frente, a banda vai voltando aos poucos ao ritmo: algumas gravações novas, contratempos, e em 2003, lançam "Une Idylle en Péril", contando com a vocalista do "Collection D'Arnell Andrea", e também com Thibault d'Abboville (também da Collection, tocando violão em algumas faixas).
De 2003 pra frente, passaram longo tempo sem gravar nada em álbuns, mas não encerravam suas atividades: gravaram nesse ano (2010) o álbum "La Legende Dorée", gravado sob o selo brasileiro "Wave Records", que inclusive foi lançado próximo do show do Frozen Autumn!!! Eu comprei meu exemplar lá, hehehehe...
Bem, eu escrevi pra diabos (acho que deveria encurtar isso), mas acreditem: não é por menos.
A banda merecia muito mais (eu ainda saí arrancando algumas coisas aqui e acolá), e gostaria de agradecer a pessoa que reuniu grandemente as infos na Wikipedia (me ajudou muito)!
É interessante saber o por quê de a banda "gostar de gravar aqui", e ter essa afinidade toda com o Brasil: ter gravado álbum aqui, feito show, ter side-projects com brasileiros.. é viajante!!!
A banda tem ligação com folclore, artes e história (basta ver os encartes: algumas capas foram pintadas por artistas franceses, e poesias de escritores foram transcritas em letras das músicas)... é algo não percebido comumente em qualquer banda por aí: até arrisco a dizer que "isso é único".
Eis o por quê de um artigo tão grande (e tão "abrangente" com a história da banda), e o por quê de eu gostar tanto deles...
Sem mais delongas, escutem alguns sons deles... divirtam-se!
OPERA MULTI STEEL - JARDIN BOTANIQUE
OPERA MULTI STEEL - CATHEDRALE
OPERA MULTI STEEL - ARMIDE
OPERA MULTI STEEL - JAMAIS PLUS
OPERA MULTI STEEL - LE CYGNE NOIR
Continuando...
Tem mais um pouco! 'Guentem aê...
Curtindo o CD novo do Opera (La Légende Doree), que eu comprei durante o show (lançamento nacional é bom: não é abusivo em alguns casos!), comecei a fuçar sobre "a banda que iria abrir o show deles".
Nada mais, nada menos, que o "3 COLD MEN", side-project do vocalista do Opera!
Até então, já sabia disso, mas nunca tinha ido atrás de muita coisa à respeito do 3 Cold men.
Caramba... me impressionei, e muito!
O som dos caras é algo bem limpo, e "oitentão" (apesar de o projeto ser novo)!
A banda é composta por:
- Franck Lopes (vocalista do "Opera Multi Steel", e do seu outro projeto, "O Quam Tristis", que é uma puta banda também),
- Alex Twin (está envolvido no projeto brasileiro "Wintry" e também o "Pecadores" )
- Maurizio Bonito (esse vem do "Individual Industry" e também tem o "Sci-Fi Moritz")
- Rui Ramos (bateria, ao vivo)
- Catherine Marie (backing vocals, ao vivo)
O curioso é que a banda tem os polos Brasil-Europa... bem interessante!
Justamente os polos que mais mantém os gêneros undergrounds ativos até hoje.
Eles se juntaram pelos gostos musicais parecidos, isso em meados de 1999, e lá pra 2001 gravaram uma demo com 4 músicas, e daí pra frente temos o que é hoje: uma banda que engloba pitadas de Darkwave, Coldwave, Electro-Gothic francês e alemão, e muitas outras coisas... é algo novo, mas muito saudosista ao mesmo tempo!
As letras do Alex e do Franck abordam alguns temas, como o romantismo, a desilusão; "sintomas típicos" do final do século passado.
É algo bem dançante, e que não enjôa... o que é melhor ainda!
Na discografia, eles contam com 3 álbuns: o Photogramm, o Urban RMXS e o The 3 Cold Men, todos eles muito valiosos!
Sem contar que os caras fizeram vários remixes pra artistas famosos do gêrero, como Sara Noxx, Trisomie 21, Mechanical Moth, entre outros.
Eis agora alguns sons dos caras:
THE 3 COLD MEN - BABIES (ARE NOT MY FRIENDS)
THE 3 COLD MEN - X-FRAGILE
Espero que tenham curtido a entrie, e que não tenham se aborrecido com o post imenso.
Até uma próxima!!!
Olha eu de novo... e esperando o ano que vem, ansiosamente, diga-se de passagem.
Fora meus "projetos pessoais" (ehr... nada de criar uma banda, ou aprender a tocar algum instrumento, ou o domínio do mundo, infelizmente... pelo menos, não agora), que espero que comecem a se engrenar, tem showzasso vindo por aí, e esse EU NÃO PERCO!!!
OPERA MULTI STEEL NO BRASIL! YEAH!
Post passado, eu falei um tiquinho do Frozen Autumn e também do Plastique Noir.
Desde aquele show, já tinha sido anunciado que o "OPERA MULTI STEEL" viria pra cá, e tá mais que confirmado, pra Abril!
O que comentar dessa banda?
Bom... inicialmente, uns amigos meus me emprestaram uma coletânea (a Days of Creation, do próprio Opera), e pra mim, foi um som daqueles "que diabos é isso?" (quando não estamos devidamente "apurados" pra ouvir alguma coisa mais diferenciada); minha primeira impressão foi de ouvir algo bem esquisito...
Eis que eu tinha gostado de uma música ou outra (como a Jamais Plus, e a Premieres Loges), e meio que "larguei o álbum esquisito" de mãos; não havia gostado logo de cara.
Mas, como um tanto (muito) paciente que sou com música, acabei "estocando o álbum pra futuras ocasiões", e num belo dia que eu tinha meio que desgastado o tanto de coisas que ouvia na época, fui com aquele "o que eu tenho de diferente pra ouvir aqui?", e me deparei com o CD do Opera novamente; não deu outra, saquei o dito cujo e o coloquei no som, e enquanto tomava um café, tomando um ar na área de serviço, fui me interessando mais pelo que eu ouvia: "putz, algo interessante!" eu pensei (até então, só havia tido apêgo pelas duas músicas que citei, e outras eu "tolerava" somente).
Eis que devo ter ouvido o CD umas duas ou três vezes seguidas... e aí eu pude prestar atenção na sonoridade dos caras: algo realmente diferente das coisas que eu ouvia na época.
Mais acostumado à popwave, pop-rock, new wave e afins de rádio dos anos 80 (entenda como "coisas comerciais" da época, pra ser mais exato), foi um impacto grande ter ouvido algo bem diferente dos demais. Foi mais ou menos daí que comecei a ter mais gosto por procurar coisas "underground".
Fui atrás de mais coisas do Opera, então eu vi que eles eram muito diversificados em cada trabalho deles (o "Days of Creation" é só uma pitada disso), e cada álbum tem um ambiente em específico.
Agora, falando da banda em si:
A atividade da banda começou em 1983, em Bourges (parte central da França), tendo como integrantes Franck Lopez (vocal e baixo), Patrick Lopez (vocal e teclados), e também tendo a Catherine Marie (vocal e percussão).
Os irmãos Lopez participavam de projetos diferentes: antes de criarem o Opera, Franck participava de uma banda folclórica de nome Avaric, junto com o Eric Milhiet (que depois, se uniria a esse projeto, como baixista e guitarrista), e Patrick vinha de uma banda de EBM de nome Afghanistain.
Além deles, houveram diversos integrantes que passaram pelo Opera, como o guitarrista Xavier Martin (que participou de algumas faixas gravadas, somente: era fã acirrado de hardcore, e não se deu muito com o ambiente do Opera), e também com músicos convidados, como a vocalista do Collection D'Arnell Andrea, Caroline Grieg.
Vale ressaltar que os quatro membros principais tinham seus estilos musicais bem variados, e também com a passagem de vários outros músicos de outros projetos, a sonoridade do Opera foi ficando cada vez mais diversificada e com suas particularidades bem marcadas: flautas doces, ritmos marcados de baterias eletrônicas, teclados e seus timbres, músicas com estilos mais medievais e até um tanto "cléricos".
O primeiro trabalho lançado foi o EP de nome "Les Martyrs", em 84, em formato vinilzinho de 45 RPM, que contava com quatro faixas, tendo originado uma das músicas mais conhecidas do grupo até hoje: "Armide".
No mesmo ano, lançaram outro EP, "Rien", e em 85 lançaram o primeiro álbum: "Cathedrale", que tem esse nome em homenagem à famosa construção de estilo gótico francês, que está situado na cidade-natal da Banda.
Fora toda a ambientação de estilos diferenciados, esse álbum conta com pitadas de synthpop, e dá a personalidade do projeto em si.
O grupo só lançou mais material em 87, mas isso não significa que o grupo estava em hiato (paralizado), ou sem mexer em mais nada do projeto: nesse meio tempo, tinham gravado muitos outros trabalhos, lançados originalmente em fitas K7 por selos independentes da Europa, em edições bem limitadas, muitas delas contendo faixas inéditas que não foram lançadas de forma oficial ATÉ HOJE!
O que quer dizer que muita coisa do Opera é "item raro de colecionador" (como se pode checar no site oficial da banda, algumas capas das K7, muitas vindo de forma grandiosa, em formatos livro e demais perfumarias sofisticadas pra época!)... mas sabendo procurar por aí, felizmente, se consegue uma cópia de tais fitas ("K7 Tapes Archives"), por mais que não esteja circulando oficialmente. Um achado!
Ainda falando das andanças em 2 anos "sem material oficial da própria banda", participaram de vários festivais e concertos pela Europa.
Bem, de 87 pra frente, teve a participação de vários outros membros (como integrantes da antiga banda de Franck) e gravação de vários outros singles e álbuns completos (A Contresens, de 89, Les Doleurs de L'ennui, de 90).
Em 91, a banda começa a trabalhar em Stella Obscura, sendo lançado no ano seguinte.
Na criação desse álbum, Patrick estava passando por várias crises emocionais e tentou se suicidar por incontáveis vezes, até ser internado em uma clínica.
Talvez por isso, o álbum seja tão marcado pela tristeza, depressão e melancolia que suas 17 faixas trazem (e curiosamente também, um dos álbuns com mais sucesso de crítica), contando com uma nova versão da famosa "Armide"...
Esse ábum ainda traz a participação especial do Brendan Perry (vocalista da Dead Can Dance, banda única, e por várias vezes, de sonoridade obscura), na faixa "Du Chant des Elfes".
Depois da internação de Patrick, a baida passou muito tempo sem lançar nada inédito.
Em 95, algo mais do que curioso acontece: um selo independente brasileiro, de nome "Museum Obscuro" (representante brasileiro da Cri du Chat Disques, originária da França), resolve lançar uma coletânea do Opera Multi Steel em solo tupiniquim, registrando os 10 primeiros anos de vida do projeto...
Isso por si só já é curioso pra muita banda lá fora que sequer sabe que é conhecida fora do seu eixo: o Brasil é algo "exótico"; muita gente sequer sabe que existem pessoas do lado de cá que apreciam e cultuam tal gosto musical (devido ao que é veiculado do Brasil lá fora, antes de mais nada).
Voltando:
A coletânea foi criada aqui devido ao sucesso underground que o Opera fazia nas casas noturnas da época: "Days of Creation" tocava bastante nas noites paulistas... e originou a coletânea "Days of Creation: An Anthology - 1984-1994".
O Opera Multi Steel ainda gravou no Brasil a música "Eleanor Rigby", cover dos Beatles, pra ser lançada numa coletânea (também brasileira) de nome Black Sundays Vol. 2, por outro selo tupiniquim independente (a Gothic Compilation), ainda em 95.
Devido ao Museum Obscuro ter entrado em contato com a banda, os integrantes do Opera se empolgaram com um convite para voltarem a gravar: um álbum novo estava a caminho!
"Histoires de France" foram escritas por Patrick (dentro de sua intensa fase de recuperação).
O álbum foi lançado somente em 97, mas antes disso, a banda veio até o Brasil em 96 (!!!!!) e fez uma turnê, com Patrick, Franck, Catherine e o Eric, além de contarem com a Carine Grieg (vocal da Collection D'Arnell Andrea, já citado aqui).
Nesse show, a banda deu alguns presentes para nós, brasileiros: tocaram algumas músicas que não tinham sequer entrado nas gravações do grupo: faixas inéditas!!!
Em 96, a banda gravou "Vie Si Joliment Vide" para um disco da banda brasileira "Individual Industry".
Graças ao acolhimento brasileiro, novos frutos estariam por vir: em 99, nascia o "3 Cold Men", projeto de Franck com dois brasileiros (Alexandre Twin, do Individual Industry, e Maurizio Bonito, do Volv Uncion)!
Em 98, a banda grava na França o "Eternelle Tourment", trazendo regravações de 4 faixas de algumas fitas K7 e 7 músicas inéditas.
Daí pra frente, a banda vai voltando aos poucos ao ritmo: algumas gravações novas, contratempos, e em 2003, lançam "Une Idylle en Péril", contando com a vocalista do "Collection D'Arnell Andrea", e também com Thibault d'Abboville (também da Collection, tocando violão em algumas faixas).
De 2003 pra frente, passaram longo tempo sem gravar nada em álbuns, mas não encerravam suas atividades: gravaram nesse ano (2010) o álbum "La Legende Dorée", gravado sob o selo brasileiro "Wave Records", que inclusive foi lançado próximo do show do Frozen Autumn!!! Eu comprei meu exemplar lá, hehehehe...
Bem, eu escrevi pra diabos (acho que deveria encurtar isso), mas acreditem: não é por menos.
A banda merecia muito mais (eu ainda saí arrancando algumas coisas aqui e acolá), e gostaria de agradecer a pessoa que reuniu grandemente as infos na Wikipedia (me ajudou muito)!
É interessante saber o por quê de a banda "gostar de gravar aqui", e ter essa afinidade toda com o Brasil: ter gravado álbum aqui, feito show, ter side-projects com brasileiros.. é viajante!!!
A banda tem ligação com folclore, artes e história (basta ver os encartes: algumas capas foram pintadas por artistas franceses, e poesias de escritores foram transcritas em letras das músicas)... é algo não percebido comumente em qualquer banda por aí: até arrisco a dizer que "isso é único".
Eis o por quê de um artigo tão grande (e tão "abrangente" com a história da banda), e o por quê de eu gostar tanto deles...
Sem mais delongas, escutem alguns sons deles... divirtam-se!
OPERA MULTI STEEL - JARDIN BOTANIQUE
OPERA MULTI STEEL - CATHEDRALE
OPERA MULTI STEEL - ARMIDE
OPERA MULTI STEEL - JAMAIS PLUS
OPERA MULTI STEEL - LE CYGNE NOIR
Continuando...
Tem mais um pouco! 'Guentem aê...
Curtindo o CD novo do Opera (La Légende Doree), que eu comprei durante o show (lançamento nacional é bom: não é abusivo em alguns casos!), comecei a fuçar sobre "a banda que iria abrir o show deles".
Nada mais, nada menos, que o "3 COLD MEN", side-project do vocalista do Opera!
Até então, já sabia disso, mas nunca tinha ido atrás de muita coisa à respeito do 3 Cold men.
Caramba... me impressionei, e muito!
O som dos caras é algo bem limpo, e "oitentão" (apesar de o projeto ser novo)!
A banda é composta por:
- Franck Lopes (vocalista do "Opera Multi Steel", e do seu outro projeto, "O Quam Tristis", que é uma puta banda também),
- Alex Twin (está envolvido no projeto brasileiro "Wintry" e também o "Pecadores" )
- Maurizio Bonito (esse vem do "Individual Industry" e também tem o "Sci-Fi Moritz")
- Rui Ramos (bateria, ao vivo)
- Catherine Marie (backing vocals, ao vivo)
O curioso é que a banda tem os polos Brasil-Europa... bem interessante!
Justamente os polos que mais mantém os gêneros undergrounds ativos até hoje.
Eles se juntaram pelos gostos musicais parecidos, isso em meados de 1999, e lá pra 2001 gravaram uma demo com 4 músicas, e daí pra frente temos o que é hoje: uma banda que engloba pitadas de Darkwave, Coldwave, Electro-Gothic francês e alemão, e muitas outras coisas... é algo novo, mas muito saudosista ao mesmo tempo!
As letras do Alex e do Franck abordam alguns temas, como o romantismo, a desilusão; "sintomas típicos" do final do século passado.
É algo bem dançante, e que não enjôa... o que é melhor ainda!
Na discografia, eles contam com 3 álbuns: o Photogramm, o Urban RMXS e o The 3 Cold Men, todos eles muito valiosos!
Sem contar que os caras fizeram vários remixes pra artistas famosos do gêrero, como Sara Noxx, Trisomie 21, Mechanical Moth, entre outros.
Eis agora alguns sons dos caras:
THE 3 COLD MEN - BABIES (ARE NOT MY FRIENDS)
THE 3 COLD MEN - X-FRAGILE
Espero que tenham curtido a entrie, e que não tenham se aborrecido com o post imenso.
Até uma próxima!!!
sábado, 13 de novembro de 2010
ACORDANDO DO LIMBO !!!
Hey povo!
Pois bem, apareci novamente!
Infelizmente, andei sem tanto tempo pra estar ouvindo música e podendo escrever alguma coisa por aqui.
Peão sofre...
Bom... novidades? A que eu tenho, que é "mais-que-relevante", é que teve show do Frozen Autumn no "Inferno Club" aqui em São Paulo, mais precisamente no dia 23 de Outubro!
E claro... nesse eu não pude deixar de ir!
Foi ducaralho, sem mais...
Eu já havia falado da banda italiana há alguns posts (e coloquei umas 3 músicas deles aqui), e eles simplesmente arrebentaram no show!!!
Dia seguinte, eu tava quase rouco, hehe...
Na mesma noite, teve o "Plastique Noir", banda brasileira (especificamente, vindo do Ceará) que toca um som muito bom (e obscuro, às vezes), infelizmente não consegui pegar o show deles na íntegra... Por alguma razão, devem ter errado os horários, e isso fez com que começassem um pouco mais cedo... Uma pena, mas ao menos deu pra ouvir umas 3 músicas deles!
E, claro... o som dos caras é sem igual. Sempre admirei a banda, desde que ouvi os primeiros demos...
Bom, voltando ao show...
Eis que eu fui acompanhado de minha namorada (ai ai, excelente companhia sempre...), e estavamos lá do outro lado da rua, pra atravessar a Rua Augusta meio ao "pseudo-trânsito" que sempre tem ali (com tanta gente passando, e tanta zona nas calçadas, com gente transbordando pra rua, fica assim mesmo), olho pro outro lado da rua, e vejo um cara alto, franzino (menos que eu, hehehe) e branquelo, com um corte de cabelo "que eu já havia visto"... e era nada mais, nada menos, que o Diego Merletto... O VOCALISTA do Frozen Autumn conversando com o dono do projeto "Inferno Club"!!!
O cara ali, simplesmente conversando... sem ser "notado", hehehe.
A Froxeanne não tava lá, uma pena... Acho que ela deve ser mais reservada (porque após o término do show, ela "desapareceu", mas o Diego ficou lá na pista, dançando com o povo).
Acho legal esse lance do "mundo gótico", porque, ao que mais se nota, é que os artistas são mais "sossegados e humanos", e muitos deles não apresentam tanto estrelismo, ou de criarem um ar de "eu sou foda e intocável", o que às vezes, acaba dando má fama pra alguns.
Imagino como deve ser lá pro lado da Europa...
Voltando....
Sim, eles são reais... são exatamente como aparecem em fotos e ao que aparentam, são simples (no sentido "sou da minha forma", mas como pessoas comuns "não-deuses").
Acho que daí, dá pra tirar a base do por quê as pessoas vem fazer show aqui (TIRANDO os caras que COBRAM UMA FORTUNA, antes de qualquer coisa). Deve ser mais pelo "desbravamento" da coisa... porque, vir pros lados de cá, não deve ser barato... e também olhando pelo lado de que esse tipo de artista (pelo menos, alguns) não fecham contratos só pra tocarem em casa com milhares de lugares, e cobram umas 300 toalhas brancas nos camarins...
Aaah, a sonoridade...
Novamente, a Inferno Club fazendo bonito!
Tanto nas discotecagens, quanto nos shows que ela faz... o som de lá é um show à parte. Coisa que dá gosto.
Fiquei espantado com a sonoridade do Plastique e do Frozen, foram soberbas!
Ah é... dei uma de "turista japonês" lá no show, mas não tirei fotos (só filmei pequeninos trechos de uma música ou outra), mais pra documentar... e também não empreguei a função de "turista" porque tava lá pra sentir o show em si (e a companhia, óbvio!), e também porque MUITA GENTE tava filmando... Tanto que se "folhearem" o Youtube, irão encontrar muita coisa do show (e várias músicas inteirinhas, mesmo que em "qualidade reduzida), e dá pra sentir bem como foi o show... Casa lotada!
As duas bandas tocaram sons de primeira... e o que mais recompensa é saber que aquilo tudo não foi playback, mas sim que os caras tinham competência de fazer "igual ou melhor do que no estúdio".
Resumindo (o que eu poderia ficar escrevendo e escrevendo...): nota DEZ pro show!!!
E já corrigindo a injustiça que fiz até hoje (mas acreditem: não coloquei porque tava ausente!), vou dar uma "paia" do Plastique Noir... Justiça seja feita!
PLASTIQUE NOIR - THOSE WHO WALK BY THE NIGHT
PLASTIQUE NOIR - SHADOWRUN
PLASTIQUE NOIR - SILENT SHOUT
Por ora, vou colocar três deles, senão vou acabar colocando o repertório inteiro da banda aqui...
Salve salve pra essa banda fodástica de Fortaleza/ CE !!!
E colocando mais uma coisinha do Frozen...
Essa aqui em especial é do "side-project" do Diego e Froxxeane, entitulado STATIC MOVEMENT.
Era da época em que o primeiro guitarrista (Claudio Brosio) não tava lá tããão a fim de tocar com o Frozen, então os outros dois integrantes fuçaram com esse projeto que não inclui guitarras; dão conta de tudo somente com teclados e sintetizadores.
Desse projeto, também saíram músicas pro projeto "Frozen Autumn", mas re-arranjadas, como a "There's No Time To Recall".
Eis duas do projeto:
STATIC MOVEMENT - VISIONARY LANDSCAPES
STATIC MOVEMENT - OUTSIDE THE LINE
... E mais duas do Frozen, que não podiam deixar de pintar aqui...
THE FROZEN AUTUMN - VERDANCY PRICE
THE FROZEN AUTUMN - VENETIAN BLINDS
Por ora é só, pepoles. Espero que curtam (e, aos que "de vez em quando vêem o blog", que não me crucifiquem!)....
IT'S EVERYTHING REAL !!!!!!!!!!!!!!
Pois bem, apareci novamente!
Infelizmente, andei sem tanto tempo pra estar ouvindo música e podendo escrever alguma coisa por aqui.
Peão sofre...
Bom... novidades? A que eu tenho, que é "mais-que-relevante", é que teve show do Frozen Autumn no "Inferno Club" aqui em São Paulo, mais precisamente no dia 23 de Outubro!
E claro... nesse eu não pude deixar de ir!
Foi ducaralho, sem mais...
Eu já havia falado da banda italiana há alguns posts (e coloquei umas 3 músicas deles aqui), e eles simplesmente arrebentaram no show!!!
Dia seguinte, eu tava quase rouco, hehe...
Na mesma noite, teve o "Plastique Noir", banda brasileira (especificamente, vindo do Ceará) que toca um som muito bom (e obscuro, às vezes), infelizmente não consegui pegar o show deles na íntegra... Por alguma razão, devem ter errado os horários, e isso fez com que começassem um pouco mais cedo... Uma pena, mas ao menos deu pra ouvir umas 3 músicas deles!
E, claro... o som dos caras é sem igual. Sempre admirei a banda, desde que ouvi os primeiros demos...
Bom, voltando ao show...
Eis que eu fui acompanhado de minha namorada (ai ai, excelente companhia sempre...), e estavamos lá do outro lado da rua, pra atravessar a Rua Augusta meio ao "pseudo-trânsito" que sempre tem ali (com tanta gente passando, e tanta zona nas calçadas, com gente transbordando pra rua, fica assim mesmo), olho pro outro lado da rua, e vejo um cara alto, franzino (menos que eu, hehehe) e branquelo, com um corte de cabelo "que eu já havia visto"... e era nada mais, nada menos, que o Diego Merletto... O VOCALISTA do Frozen Autumn conversando com o dono do projeto "Inferno Club"!!!
O cara ali, simplesmente conversando... sem ser "notado", hehehe.
A Froxeanne não tava lá, uma pena... Acho que ela deve ser mais reservada (porque após o término do show, ela "desapareceu", mas o Diego ficou lá na pista, dançando com o povo).
Acho legal esse lance do "mundo gótico", porque, ao que mais se nota, é que os artistas são mais "sossegados e humanos", e muitos deles não apresentam tanto estrelismo, ou de criarem um ar de "eu sou foda e intocável", o que às vezes, acaba dando má fama pra alguns.
Imagino como deve ser lá pro lado da Europa...
Voltando....
Sim, eles são reais... são exatamente como aparecem em fotos e ao que aparentam, são simples (no sentido "sou da minha forma", mas como pessoas comuns "não-deuses").
Acho que daí, dá pra tirar a base do por quê as pessoas vem fazer show aqui (TIRANDO os caras que COBRAM UMA FORTUNA, antes de qualquer coisa). Deve ser mais pelo "desbravamento" da coisa... porque, vir pros lados de cá, não deve ser barato... e também olhando pelo lado de que esse tipo de artista (pelo menos, alguns) não fecham contratos só pra tocarem em casa com milhares de lugares, e cobram umas 300 toalhas brancas nos camarins...
Aaah, a sonoridade...
Novamente, a Inferno Club fazendo bonito!
Tanto nas discotecagens, quanto nos shows que ela faz... o som de lá é um show à parte. Coisa que dá gosto.
Fiquei espantado com a sonoridade do Plastique e do Frozen, foram soberbas!
Ah é... dei uma de "turista japonês" lá no show, mas não tirei fotos (só filmei pequeninos trechos de uma música ou outra), mais pra documentar... e também não empreguei a função de "turista" porque tava lá pra sentir o show em si (e a companhia, óbvio!), e também porque MUITA GENTE tava filmando... Tanto que se "folhearem" o Youtube, irão encontrar muita coisa do show (e várias músicas inteirinhas, mesmo que em "qualidade reduzida), e dá pra sentir bem como foi o show... Casa lotada!
As duas bandas tocaram sons de primeira... e o que mais recompensa é saber que aquilo tudo não foi playback, mas sim que os caras tinham competência de fazer "igual ou melhor do que no estúdio".
Resumindo (o que eu poderia ficar escrevendo e escrevendo...): nota DEZ pro show!!!
E já corrigindo a injustiça que fiz até hoje (mas acreditem: não coloquei porque tava ausente!), vou dar uma "paia" do Plastique Noir... Justiça seja feita!
PLASTIQUE NOIR - THOSE WHO WALK BY THE NIGHT
PLASTIQUE NOIR - SHADOWRUN
PLASTIQUE NOIR - SILENT SHOUT
Por ora, vou colocar três deles, senão vou acabar colocando o repertório inteiro da banda aqui...
Salve salve pra essa banda fodástica de Fortaleza/ CE !!!
E colocando mais uma coisinha do Frozen...
Essa aqui em especial é do "side-project" do Diego e Froxxeane, entitulado STATIC MOVEMENT.
Era da época em que o primeiro guitarrista (Claudio Brosio) não tava lá tããão a fim de tocar com o Frozen, então os outros dois integrantes fuçaram com esse projeto que não inclui guitarras; dão conta de tudo somente com teclados e sintetizadores.
Desse projeto, também saíram músicas pro projeto "Frozen Autumn", mas re-arranjadas, como a "There's No Time To Recall".
Eis duas do projeto:
STATIC MOVEMENT - VISIONARY LANDSCAPES
STATIC MOVEMENT - OUTSIDE THE LINE
... E mais duas do Frozen, que não podiam deixar de pintar aqui...
THE FROZEN AUTUMN - VERDANCY PRICE
THE FROZEN AUTUMN - VENETIAN BLINDS
Por ora é só, pepoles. Espero que curtam (e, aos que "de vez em quando vêem o blog", que não me crucifiquem!)....
IT'S EVERYTHING REAL !!!!!!!!!!!!!!
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