quarta-feira, 26 de abril de 2017

Breathing...

... and alive, spanking my drumset.

HARRY... vai deixar muitas saudades, cara.
Obrigado.


Cheers, see you soon. For real.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

REM [Repetitive Experience with Music]

REM [Repetitive Experience with Music]


Estupre o botão de Replay (se puder).

Foda-se: ouvi a linha de bateria, e o resto dessa música trouxe o "chafurdar o estranho" à tona, principalmente após voltar da calmaria, e me perguntar "que merda eu estou fazendo aqui".
Simplesmente foda.
Info da banda? O que encontrei sobre: somente UM SINGLE registrado (até então).
O que achei: são de 82, californianos... nada mais. Esbarros em outros projetos que talvez tenham a ver com eles, mas difícil cruzar (a embriaguez não deve deixar).
Cada música do EP "Show No Emotion" remete a uma coisa diferente: uma delas é direto ao post-punk (Show no Emotion), uma ao gótico melancólico (Johannesburg), e outra ao completo experimental (strings e tempos que mais lembram um rock meio dark da vida).

O vocal lembra muito o do Psyche (já postei algo aqui).
Coisa linda de ouvir. Pra foder/ se foder, como quiser (mentalmente, fisicamente, emocionalmente).


PRIMAL DANSE - JOHANNESBURG



Projeto paralelo do Peter Murphy (ex - Bauhaus) assim que a "banda lendária" acabou.
Nem tenho o que dizer: infelizmente o Dalis Car não vingou, possivelmente por desencontros internos, só ficaram no primeiro bolachão, nos presenteando com 07 músicas.
Mas... o que os caras conseguiram documentar, já botou riscos permanentes na história.

DALIS CAR - CORNWALL STONE



Quanto à terceira música... eu já havia os citado também.
The Thought é uma das bandas mais filhas da puta de boa que já apareceram aqui.
Também é uma banda "finada".

THE THOUGHT - CRYING FOR THE MOON


Quanto ao meu revirar de "latas de lixo de músicas" de megabytes obscuros na internet? Que não vá embora, porque eu não deixo de olhar latrinas, mesmo que ocultamente.
Quem curte isso, nunca deve perdê-lo. Farei, ao menos, por mim, por onde não sumir.
Sou preguiçoso, e o povo da internet também.
E...? Segue a coisa toda.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Vivo !

Ainda estou vivo.
Obs.: não saí da faixa dos anos 80.

O mais engraçado: eu acho que tinha dito, da última vez, que eu só escreveria daqui a mais ou menos 2 anos... e não é que o inferno praticamente se concretizou? HUAHUAHUHAUHAUHAUHAAAAAA!!!

Mas... pra sorte ou azar, o blog tá de pé.
Na UTI, mas não significa que eu morri.

Agora eu toco bateria, e sem tanto tempo pra revirar latas de lixos virtuais, mas a vida tem disso.

Vambora?

Estive ultimamente aqui, ó.

WAVE SUMMER FESTIVAL 2015.
Mais detalhes num próximo post (?).



Fui!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

MIXTAPE! Pop, Postpunk e Synthpop (trava língua?)


Yo, pepoles.
Aparecendo de novo por aqui!

Primeiramente, postando um dos "procurados" que fiz nesse post aqui...
Era pra ter postado há tempos, mas enfim... sacumé...
Uma das músicas que eu tava procurando tinha o nome de "Absent Tears", que é da banda "Isolation Ward".
Pra variar um pouquinho, foi apego à uma coisa que terminou boa (e prematuramente, o que é uma pena).
Fizeram apenas dois álbuns: o  "Point Final" e o "Point De Depart", ambos são considerados "coletâneas"... e fora isso lançaram o EP que eu tinha postado antes, de nome "Absent Heart".
É uma banda de darkwave com grande pitada de post-punk... bem característico da época. Som muito dez dos caras...


ISOLATION WARD - LAMINA CHRISTUS


A segunda banda do post é a Children Within.
Ouvindo rapidamente, dá até pra confundir o vocal com o Depeche Mode, devido à semelhança dos graves...

É uma banda sueca de Synthpop, e até agora conta com três discos na carreira e alguns EPs, tendo um deles lançado no meio do mês passado, o que (obviamente) a banda tá mais do que ativa, o que é muito bom, porque o som dos caras merece atenção.
A banda é formada por Henrik Kronberg, Joakim Thureby e Mathias Johansson... e eu não consegui achar informações à respeito da banda em si... só o que dá pra dizer é que devem estar na estrada desde meados dos anos 90.
A música a seguir vem do álbum "The Countless Galaxies", de 94... tem um ar "cósmico", o que se pode notar nas letras, fala bastante sobre o vasto espaço...

CHILDREN WITHIN - DANCE WITH THE STARS


E agora, um tequinho do Covenant!
Banda de Synthpop também da Suécia, fizeram um show aqui no Brasil no ano passado.
Formada por Eskil Simonsson, Joakim Montelius e Clas Nachmanson (este último deixou a banda no fim de 2010), a banda tem grandes influências em sua sonoridade, como a banda Front 242,  The Human League, Kraftwerk e Nitzer  Ebb.
Estão na estrada desde 89, e lançaram sua primeira música comercialmente em uma coletânia do selo Memento Materia em 92, e lançaram seu primeiro álbum (Dreams Of a Cryotalk) em 94. De lá pra cá, os caras contam com sete álbuns de estúdio, vários EPs e um documentário em DVD, chamado "In Transit".

Enfim, curtam uma pusta música dos caras...

COVENANT - BULLET


E mais uma colocada nesse "blog mixtape da vida"...
Agora, voltado um pouco pras músicas pop.

Nik Kershaw é um cantor inglês que iniciou sua carreira solo em 83.
Antes disso, tinha tocado com várias outras bandas pela Inglaterra... geralmente como guitarrista e vocalista.

Começou emplacando o hit "I Won't Let The Sun Go Down On Me", e em 84 lançou a "Wouldn't It Be Good" (do seu primeiro álbum, "Human Racing"), que foi a número 4 entre as paradas de singles do Reino Unido.
Era bem popular, quando sua carreira começou a "esfriar" em meados de 91 (devido as mudanças de suas músicas, agora com tons mais amadurecidos pela carreira), e embora tenha feito álbuns que foram bons aos olhos críticos, não alcançavam vendas bem expressivas.
Ele continua na ativa, e seu álbum mais novo (Ei8ht) é de 2012, e conta com 10 álbuns e mais uma porrada de EPs na sua carreira... inclusive, seu segundo álbum, de nome "The Riddle", ganhou uma bela platina.

O cara foi bem expressivo nos anos 80: também participou do famoso Live Aid, show que visava arrecadar dinheiro em prol dos não-favorecidos da Etiópia.

Enfim, chega de tanta conversa e bora ouvir música, né?

NIK KERSHAW - WOULDN'T IT BE GOOD (versão 7'')



Tem uma versão extendida (12") da música no YT também, embora o clipe tenha sido adaptado pelo usuário pra "preencher" a música toda. Compensa demais, só pelo som... putz!


E por ora fico aqui...
E, só lembrando... PARECE que o Depeche VIRÁ AO BRASIL MESMO, agora falta a confirmação de verdade... se é pro fim desse ano, ou em 2014!
Até a próxima, pepoles!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

PASSOS LENTOS



Olá, povo.
Dessa vez, um post mais vagaroso...

Sabe aquela música que você coloca pra ouvir... e pode te dar uma porrada de sensações?
Dependendo do seu estado de espírito, humor, propensão...

Começando pela música do Colin Newman.
Ele foi vocalista de uma das primeiras levas de banda post-punk da Inglaterra (banda Wire, de 76).
Participa de vários outros projetos de música eletrônica, como o Githead e o projeto Immersion, que são de música eletrônica bem legal e que, pessoalmente, não vejo ares de "comercial" neles.
Esse som aqui é muito legal... perfeito pra viajar pra um monte de lugares.
O projeto solo dele varia de ambientes musicais, sempre se baseando no rock "britânico", por assim dizer.




Outra que eu quero postar...
Um cover pra lá de fodástico do Tuxedomoon, de uma música do filme "Eraserhead" (de David Lynch)... o filme é sem comentários, vale a pena assistir! Filmado em preto-e-branco, com toques psicodélicos e pra lá de bizarros.
Eu já tinha postado essa banda por aqui (embora não a enfatizei)...
Ainda estão na ativa, inclusive tem álbum fresquinho de 2012 pra conferir: "Liveland: Tuxedomoon In Concert!".

O som dos caras é algo que nem tem como "comparar" com alguma coisa, sendo que todos os álbuns deles são diferenciados e que contém traços únicos...
O álbum de onde vem esse cover postado aqui é um belo exemplo... algo super experimental.

TUXEDOMOON - IN HEAVEN



Pra quem interessar, o Pixies fez esse cover num show da BBC, o Devo também o fez (coverzinho pra lá de doido!) e também o Bauhaus, o Miranda Sex Garden... e eu acredito que vários outros também já o fizeram... afinal, o filme é memorável.


And the last one is...

Projetim solo de um dos "Depeche Mode", acho que dispensa demais delongas... embora a crítica tenha achado sua tentativa solo "morna", mas pessoalmente acho bem legal. Diferente do que eu posso dizer à respeito do projeto solo do Martin (que... até o presente momento, ainda acho fraquinho), mas preciso me forçar a ouvir novamente... assim como estou fazendo com o último álbum lançado do Depeche Mode, o "Delta Machine".
Putz... achei estranho pra caramba... embora ouvindo-o pela segunda semana consecutiva (não-direta, e tampouco diariamente), há músicas boas e "audíveis" (heresia compará-lo ao "Exciter" ou ao "Sounds Of The Universe", como tem gente falando).


DAVE GAHAN - BREATHE



Depeche... façam-me o favor.
Venham até o Brasil!
Parem de nos deixar pra trás, porra! Até o CURE veio aqui (e cá entre nós, o show foi DUCARALHO, eu fui!), o que custa vocês fazerem um show só por aqui, que seja?

OBS: Não toquem 70% do "Delta Machine" e 30% "outros old hits" aqui... porque, mesmo eu sendo fã de vocês, eu não vou ver esse setlist... a menos que vocês rearranjem esse último álbum pros "live" da vida, e deixem animalescos... como vocês costumam fazer, variando e remodelando as músicas pros shows. Sinceramente falando... o "Delta Machine" FICOU DEVENDO.

E olha que nem fiquei tanto tempo pra me acostumar ao "Sounds Of The Universe", que eu gostei de cara (apesar que......... aquele clipe da "Hole To Feed".... agh, estranho. mas o clipe da "Wrong" ficou foda!), e a crítica também torceu o nariz.

Quem sabe... eu não poste algo do show do Cure aqui (eu sendo um "turista japonês", feliz ou infelizmente).

Por ora é só.
Até.

sexta-feira, 8 de março de 2013

SOPOR !


Olá, pepoles.
Hoje, escreverei sobre uma "banda" que eu conheci há pouco tempo.
Coloquei banda entre aspas, porque é praticamente um projeto de "uma pessoa só", fazendo os arranjos, melodias e letras, que acabam sendo executadas e orquestradas por outros músicos...



Escrevo sobre o projeto SOPOR AETERNUS AND THE ENSEMBLE OF THE SHADOWS (traduzindo do latim e inglês, Sono Eterno e o Conjunto das Sombras).

Era algo que costumava achar super esquisito (já tinha topado com fotos dela por aí, e até ouvido um som nas baladas da vida, mas fiquei sem saber "o que era aquilo"...), mas, tirando o visual (que é demais, variando entre o meigo e o bizarro, diga-se de passagem)... o som é muito bom!

Músicas muito bem orquestradas, mostrando tudo que uma música gótica pode ter.
Tons mais alegres, outros mais tristes... sempre com ênfase em suas letras, muitas vezes, arrepiantes.

Agora, passando um pouco mais à respeito do perfil da "banda".
Primeiramente, a dona/ vocalista do projeto, a srta. Anna Varney Cantodea, como costuma ser chamada, é quem cria essas belíssimas músicas para nosso deleite...
Seu nome real? Só a própria Anna sabe...

Dizem que a Anna costumava frequentar uma casa noturna em Frankfurt, e que lá conheceu duas pessoas, devido algumas críticas que ela estava fazendo à performance da banda que estava tocando lá naquela noite. Conforme foram conversando e tendo as idéias cruzadas, se juntaram para discutir o projeto "Sopor Aeternus".
Uma dessas pessoas tem o nome de "Hogel", que é quem apareceu em uma única foto ao lado da Anna, e nunca mais se teve notícias do mesmo. Ele a ajudou inicialmente no projeto (com instrumentos? letras? não se sabe), e depois simplesmente desapareceu...
O outro integrante? Não se sabe o nome ou se tem algum outro registro do mesmo...
Engraçado é que "hogel" pode vir a significar "parte de um holograma"... vai saber.

Comentando sobre as músicas: elas sempre tem um ar especial, envolvente... fazendo com que facilmente se fique maravilhado por todo o ambiente criado, e que se consiga "visualizar" a Anna cantando e declamando as letras, em um quarto sombrio e gelado... som darkwave maravilhoso!

Anna é uma pessoa que se mostra muito "pra cima", quando se acompanha seus posts (muitas vezes) esporádicos em seu blog da banda... apesar de ela se mostrar uma artista "oculta" dos holofotes.
Me pergunto se ela realmente anda com aqueles vestidos enormes o tempo todo...



Sobre o projeto:
Nascido na Alemanha e concebido por Anna, Sopor existe desde meados da década de 80 (mais precisamente, em 89).
Inicialmente, eram 2 pessoas no projeto (Anna, Hogel e mais uma terceira pessoa, que não se sabe nem o pseudônimo).
Nunca chegou a se apresentar ao vivo, e duvido que isso mude algum dia... já que é um dos fatos que mais chamam atenção no projeto em si... tirando o fato fúnebre da coisa toda, e do belíssimo som que varia desde órgãos e instrumentos de sopro a guitarras distorcidas e sintetizadores.
Ah sim, em diversas músicas, Anna costuma usar sua voz tanto masculina quanto feminina (!!!).

Chegou a gravar 3 fitas demo entre 89 e 92, sendo "Es Reiten die Toten so Schnell", "Rufus on my Lips" e "Till Time And Times Are Done".
Em 95, numa coletânea de nome "What Sweet Music They Make", o Sopor fez participação com a bela música "The Feast of Blood" (que é uma das minhas preferidas do projeto), fazendo assim que o Sopor Aeternus se tornasse mais conhecido mundialmente.

Daí pra frente, a moçoila deslanchou em gravar músicas e mais músicas, chegando a mais de 16 álbuns de estúdio... variando com músicas com temas de religiosidade pagã, sexualidade, morte, suicídio, e muitas outras coisas...
Ah sim, interessante dizer que ela já fez cover do Paranoid, do Black Sabbath, e que volta e meia grava poemas de Edgard Allan Poe, entre outros mais...

Anna diz que os descarnados são quem a influenciam em seus trabalhos (daí o nome "The Ensemble Of Shadows" do projeto), ajudando-a a compor essas obras de arte.

Tudo no Sopor Aeternus é feito com um ar "místico"... até mesmo as aparições da Anna em fotos promocionais ou encartes dos álbuns.
Em muitas fotos aparece nua, com a pele branca... exibindo órgãos genitais femininos, ou sem nenhum órgão (dando uma certa idéia de "ausência de definição").


Bom... isso é devido... a Anna ser "homem", biologicamente falando.
Suas fotos são moldadas digitalmente, e segundo relatos da mesma, ela não fez operações de transsexualidade devido à conflitos de espírito.
Embora eu a ache muito mais feminina e se "mostre" mais verdadeira do que muitas por aí...
Vai do que a alma mostra pra si mesma, e não do que o corpo aparenta para visões alheias.
Agora, vamos a algumas músicas!

SOPOR AETERNUS - IMHOTEP


Essa música também possui uma versão linda em instrumental (bem modificada), chamada de "Night of Scarecrow", que está no álbum "Children of Corn", de 2011.


SOPOR AETERNUS - THE FEAST OF BLOOD


Essa é a "terceira" versão dessa música, lançada no álbum "Es Reiten Die Toten So Schnell (pois possui uma versão no álbum de demos "Like a Corpse Standing in Desperation" que possui um tantinho a mais de instrumentos no início da música, e é tocada de forma diferente, e outra versão do álbum de 94, "Ich Töte Mich Jedesmal Aufs Neue", onde a parte instrumental do começo foi removida, e ela é cantada de forma diferente...)

SOPOR AETERNUS - THE DREADFUL MIRROR


SOPOR AETERNUS - THE ENCODED CLOISTER




SOPOR AETERNUS - CORNFLOWERS


Dava pra ficar colocando música do Sopor aqui até dizer chega... pois é hiper difícil escolher "somente algumas"... tudo o que foi gravado até hoje é bem diversificado e marcante! Deu pra perceber a variedade que cada música traz... tanto em sua atmosfera, variando entre amor, sexo, lamentações... quanto na própria sonoridade de cada uma.

Citando sobre a discografia:

Demos:
- 1989 - Es Reiten Die Toten So Schnell
- 1992 - Rufus
- 1992 - Till Time And Times Are Done

Albuns:
- 1994 - ...Ich Tote Mich Jedesmal Aufs Neue, Doch Ich Bin Unsterblich, Und Ich Erstehe Wieder Auf: In Einer Vision Des Untergangs...
- 1995 - Todeswunsch - Sous Le Soleil de Saturne
- 1997 - The Inexperienced Spiral Traveller
- 1999 - Dead Lovers Sarabande (face one)
- 1999 - Dead Lovers Sarabande (face two)
- 2000 - Songs From The Inverted Womb
- 2003 - Es Reiten Die Toten So Schnell
- 2004 - La Chambre D'Echo - Where The Dead Birds Sing
- 2007 - Les Fleurs Du Mal - Die Blumen des Bosen
- 2011 - A Triptychon of Ghosts (part two) - Have You Seen This Ghost?


EPs e Remixes
- 1995 - Ehjeh Ascher Ehjeh
- 1997 - Voyager - The Jugglers of Jusa
- 2004 - Flowers in Formaldehyde
- 2008 - Sanatorium Altrosa (Musical Therapy for Spiritual Dysfunction)
- 2010 - A Triptychon of Ghosts (Part One) - A Strange Thing to Say
- 2011 - A Triptychon of Ghosts (Part Three) - Children of the Corn

Singles:
- 2005 - The Goat/The Bells Have Stopped Ringing
- 2007 - In der Palästra
- 2011 - Imhotep

Etcetera...
- 1995 - Jekura - Deep the Eternal Forest (Sopor Aeternus participa desta coletânea com 2 músicas)
- 2002 - Nenia C'alladhan  – é um side-project da Anna com a Constance Fröhling
- 2005 - Like a Corpse Standing in Desperation  – um box contendo músicas e demos difíceis de encontrar, inicialmente era um "bootleg" feito por fãs, até que a própria Anna resolveu pegar essa coletânea pirata, e torná-la oficial, dando um tratamento no som e demais coisas!
- 2009 - The Goat and Other Re-Animated Bodies - DVD com vídeo clipes.


Deem um pulinho no blog oficial do Sopor Aeternus, para mais infos!
http://www.soporaeternus.de/
Coisa do Sopor Aeternus pra se ouvir não falta tão cedo!


O post pode parecer um tanto "zoneado"... mas espero que seja possível ter uma boa idéia do que é o Sopor Aeternus, e o quão envolvente e intrigante é buscar informações sobre tudo isso, e ouvir esses sons únicos da esfera gótica... vale muitíssimo a pena!
Sem contar que eu devo isso a uma pessoa em especial pra mim!

E, com esse post, eu também quero dizer:
Feliz Dia Internacional das Mulheres!

Até uma próxima...

sexta-feira, 1 de março de 2013

PÓS FIM DO MUNDO


ELE VOLTOU!

Após um longo "hiato" (ou até, sua "despedida" do mundo da música, quem sabe), o grande camaleão do Rock está de volta!

Depois de 10 anos longe dos holofotes, eis que David Bowie reaparece!
Ele está em estúdio, finalizando um álbum fresquinho. Por enquanto, nos presenteou com 2 novos singles, entitulados "Where Are We Now?" e "The Stars (Are Out Tonight)", que cá entre nós, vão do melancólico ao enérgico em questão de instantes... vale muitíssimo a pena ouvir!

DAVID BOWIE - THE STARS (ARE OUT TONIGHT)


Extras:

Falando um tiquinho sobre o Righeira, um grupo italiano de 1981.

Lembra daquele clipe do "Vamos a La Playa"? Então... embora você o ache um tanto "engraçadinho", e foi através dele que o grupo ficou conhecido nas paradas de sucesso, o Righeira o criou como uma espécie de conscientização sobre a poluição que tava rolando nas praias naquela época, e também à respeito das bombas atômicas...
Não que isso tenha mudado até hoje... mas é interessante ver que, desde sempre, tinha gente consciente que não era levada a sério, ou que causas realmente relevantes e importantes sejam deixadas em segundo plano, ou mesmo riscadas (até se tornarem emergenciais e não ter pra onde correr).

Segundo o que eu garimpei por aí, a dupla continua ativa, mas não achei nada à respeito de "coisas novas".

A música postada aqui relaciona-se um tanto com os sentimentos e com uma visão "futurista" de como as coisas se encontram: tudo sintético e falso, e as coisas mais simples sendo trocadas pela tecnologia....


RIGHEIRA - KON TIKI



Mais uma banda a dar uma pequena pincelada...

Corpus Delicti é tido como uma banda de rock gótico, que tem um som legal pra caramba...
Foi formada em 93 e terminou em 98, com seus integrantes cuidando de outros projetos...
É o típico caso que eu costumo falar pra alguns amigos e conhecidos meus: "terminou como era pra terminar: com coisa boa".
Lançaram 3 álbuns (Twilight de 93, Sylphes de 94 e o Obsessions de 95), fora suas  aparições em coletâneas e os "best of" da vida. Ah sim, uma das coletâneas mais legais deles é a "A New Saraband of Sylphes", que contém um material que não chegou a ser lançado em outros discos...

Curtam esse som dos caras!

CORPUS DELICTI - SARABAND



Ah sim... e o blog aqui?
Não que eu não tenha ideias pra construir mais posts... tá faltando... "pulso" da minha parte.
Só desejo não ficar tanto tempo fora (como da última vez)... mas isso, só o tempo poderá dizer (ou não, hehe).

Até outro dia.